segunda-feira, 18 de maio de 2015

Agradecemos a confiança!

É com muita alegria que a equipe do Colégio Conviver compartilha essas mensagens de depoimentos com vocês! 

Agradecemos a todos pela confiança em nosso trabalho, sempre!

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sexta-feira, 15 de maio de 2015

10 dicas de como conservar memórias da infância dos filhos

Antes de sair guardando tudo, vale selecionar os objetos mais significativos e guardá-los de maneira adequada, evitando o desgaste natural pelo tempo


Tudo o que diz respeito a um filho tem significado especial para os pais. Muitas vezes, porém, a vontade de guardar as lembranças, que vão desde marcos importantes até situações mais corriqueiras da vida da criança, é maior do que o espaço disponível em casa. O acúmulo pode abrir brecha para alguns descuidos em relação à conservação de cada lembrancinha, fazendo com que algumas delas estraguem com mais facilidade.

O primeiro passo, portanto, é adotar uma postura criteriosa em relação ao que será guardado - e, mais importante, por quê o objeto em questão merece esse privilégio em relação aos demais. Não é necessário guardar absolutamente tudo o que faz parte do cotidiano da criança. A dica é praticar o desapego e estabelecer uma meta de quantas coisas podem, por ano, ir para as caixinhas de recordações.

“Minha orientação é transformar algumas recordações em um foto-livro. Não custa caro, mas é trabalhoso porque você tem que fotografar e digitalizar tudo. Então, você monta um livro com todas essas fotos, como a primeira nota dez da criança, o primeiro desenho, e por aí vai. O importante é não guardar o que você realmente não quer e não precisa. É legal porque a criança pode ler e mostrar esse livro para outras pessoas”, aconselha Ingrid Lisboa, da Home Organizer.

A grande vantagem de guardar e cuidar desses itens da infância é a possibilidade de reviver os momentos especiais, principalmente depois que os filhos crescem. A memória não consegue armazenar, com exatidão, todos os momentos vividos pela família. Por isso, rever uma fotografia ou um trabalho da escola é como viajar no tempo.

“Os pequenos também gostam de se reconhecer nas lembranças, rever fotos antigas e brinquedos. Isso porque eles também revivem uma situação que a memória não alcança, por isso que é tão legal”, afirma a personal organizer Claudia Pilli, da OrdenArte.

Eternizando momentos

As possibilidades são infinitas e vão muito além dos trabalhos escolares da criança. É possível guardar a pulseirinha da maternidade, a primeira roupinha, o cobertor e a pelúcia favoritos, uma mecha do primeiro corte de cabelo. Enfim, vale o que a imaginação mandar.

Mas atenção: não dá para simplesmente juntar tudo e colocar em uma caixa, no fundo do armário. Cada um desses itens tem um método de conservação específico, que precisa ser respeitado. As roupas brancas, por exemplo, amarelam com o tempo e ficam com aquele cheiro de “guardadas”, além do risco iminente de mofar. O papel de seda azul pode até retardar esse processo, mas não é completamente eficaz.

“O melhor é guardar roupas, bichinhos de pelúcia e cobertores em sacos de reduzir o volume. Basta lavar as peças e deixá-las bem seca, sem nenhum resquício de uso ou sobra de pele, e guardar nos sacos. Assim o tecido fica muito mais conservado, sem o risco de amarelar ou pegar um cheiro ruim. Esteticamente não é bonito, mas dá para pegar esse saco e colocar dentro de uma caixinha, se for o caso”, explica Ingrid Lisboa.

Coisas pequenas, como uma mecha de cabelo ou o primeiro dente, precisam ser colocadas em caixinhas transparentes, sempre à vista. Por descuido e falta de atenção, essas lembranças podem ser facilmente confundidas com algum envelope sem importância, por exemplo, indo parar no lixo de casa. Também é importante que essas caixinhas sejam feitas de plástico, para evitar o aparecimento de bichinhos atraídos por matéria orgânica.

Brinquedos

A dica de Ingrid para guardar documentos, desenhos e outros papéis é apostar em caixas cartonadas, com furinhos, que deixam o ar circular. Para evitar que o mofo e as traças estraguem as lembranças, basta colocar algumas bolas de cedro dentro das caixas.

“É uma madeira com um cheiro delicioso, mas péssimo para as traças e insetos. É o que há de mais seguro para papel. Nada de usar produtos industrializados, que viram água e podem acabar manchando os desenhos e documentos”, ressalta a especialista.

E os brinquedos? Dá para escolher poucos, quando a criança tem aos montes? Apesar de parecer difícil, é possível. Em vez de escolher os mais bonitos ou mais caros, é melhor ficar atento aos favoritos dos pequenos.

“Eu sempre pergunto para os meus filhos quais são os brinquedos que eles mais gostam. É que nós temos a tendência que guardar os mais bonitinhos, mas precisa ser o mais significativo para eles. É o que realmente importa, porque tem um valor afetivo para as crianças”, ressalta Claudia Pilli.

Em vez de acumular ou simplesmente jogar fora, um caminho é doar os brinquedos que estão sobrando. Esse é um destino útil para eles, que farão a felicidade de outras crianças. Também é uma maneira de ensinar a importância do desapego desde cedo.

FONTE:http://delas.ig.com.br/

quinta-feira, 7 de maio de 2015

Na mídia - Dia das Mães


A psicóloga Fernanda Seabra, do Colégio Conviver, é a convidada de amanhã do programa Manhã da Globo, pela Rádio Globo, para uma entrevista especial de Dia das Mães. A especialista vai falar sobre a mãe de hoje que trabalha, mas que ao mesmo tempo continua sendo o seio da família e tem que ser o símbolo de equilíbrio e força.

Não perca a partir das 11h20, ao vivo, pela AM 1150 ou ainda pelo site:



terça-feira, 5 de maio de 2015

Crianças capazes de sentir empatia pelos colegas são mais populares

Nova pesquisa australiana mostra que conseguir se colocar no lugar do outro ajuda tanto para fazer novas amizades quanto para mantê-las ao longo do tempo


Um recente estudo australiano mostra que crianças que conseguem identificar o que os amigos sentem, querem e pensam são mais sociáveis. A pesquisa, feita pela Universidade de Queensland, analisou crianças em idade pré-escolar e escolar.

A popularidade de cada criança foi medida através de nomeações por colegas de classe e avaliações dos professores.

O estudo mostra também que essa característica é importante na vida tanto das crianças mais novas, quando fazem amizades, quanto das mais velhas, para manter esses laços conforme crescem.

A pesquisa, publicada na revista "Child Development", também notou diferenças entre as interações sociais de meninos e meninas. Para elas, a amizade envolve mais intimidade e resoluções de conflitos. Isso pode apontar que as meninas precisam usar mais sua sensibilidade do que os meninos.

“Nosso estudo mostra que treinar as crianças para serem mais sensíveis aos pensamentos e sentimentos dos outros pode melhorar suas relações com os colegas. Isso pode ser particularmente importante para crianças que lutam com o isolamento social”, afirma Virginia Slaughter, professora de psicologia na Escola de Psicologia da Universidade de Queensland e autora do estudo, em comunicado. 

Teoria da mente

Ter empatia pelos colegas, ou seja, conseguir se colocar no lugar do outro e entender o que ele pensa, sente e quer é uma habilidade muito importante em episódios de interações sociais. Essa habilidade é classificada por estudiosos como teoria da mente.

A análise australiana foi baseada em 20 estudos diferentes que abordaram a relação entre a teoria da mente e a popularidade. Foram analisadas 2.096 crianças de dois a dez anos da Ásia, Austrália, Europa e América do Norte. A amostragem incluía crianças de diversas classes sociais, mas a predominância era de classe média. Em 17 estudos, a maioria das crianças era caucasiana.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Como ensinar seu filho a poupar


Mesmo sem receber uma mesada, as crianças ganham, de vez em quando, algum dinheirinho dos pais, avós, padrinhos, como um presente ou até mesmo prêmio por um bom comportamento. Que tal aproveitar tais oportunidades para ensinar aos nossos filhos a lidar com esse dinheiro?

O hábito de poupar é importante não só quando falamos de dinheiro. É importante incentivar as crianças, desde bem pequenas, a pouparem desde um simples lápis de cor até mesmo a água que sai da torneira. Aos poucos, podemos introduzir a noção de dinheiro e ensinar que poupar é guardá-lo em algum lugar bem seguro. Para isso, ofereça um cofrinho para a criança e, se for comprá-lo, deixe que ela participe da escolha. Pode ser uma caixa decorada, uma lata colorida, mas o velho e bom porquinho é, sem dúvida, o mais divertido e significativo.

A poupança pode começar a ser feita guardando metade do que se ganhou. Aos poucos, seu filho vai se sentir motivado a colocar um pouquinho a mais dentro do porquinho, principalmente se tiver uma meta a ser atingida.

O que comprar com aquele dinheiro? Não é nada fácil distinguir coisas que precisamos daquelas que apenas queremos comprar. Adquirir brinquedos, doces, figurinhas é gostoso e divertido. Porém, algumas vezes, a criança pode se arrepender. Ajude seu filho a pensar no melhor destino para o dinheiro. Caso ele queira mesmo comprar algo que você não considere tão útil, deixe. A experiência vai ajudar seu pequeno a entender a importância de pensar antes da escolha final para usar bem suas ricas moedinhas.

Ensine seus filhos a determinar metas. De acordo com a educadora financeira Cassia D’Aquino, é muito mais fácil economizar quando temos objetivos pré-determinados. Então, ajude seu filho a ter metas e fazer planos. “Já pensou em guardar um pouco de dinheiro para fazer aquela viagem que você tanto quer?” As metas, tanto em curto como em longo prazo, exercitam a força de vontade e a perseverança.

A educação financeira, apesar de básica, geralmente é um dos assuntos mais delicados no contexto familiar. Ensinar desde cedo as noções de certo e errado e estimular que nossos filhos façam as suas escolhas com responsabilidade pode ser tarefa das mais intensas para nós, pais.

Na verdade, o grande desafio é que as crianças aprendam, desde muito pequenas, a dar valor ao que têm e a conhecer os limites dos gastos.

“Quem poupa tem”… esta velha frase, que por muitas vezes ouvimos das pessoas à nossa volta, pode se transformar num slogan direto e divertido de uma bela campanha que mostre que gastar é bom, mas poupar é melhor ainda!